terça-feira, 26 de agosto de 2008

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim."

Charles Chaplin

Esperei


Estava sentado, te esperando
em um lugar tão sem vida, tão sem você.
Apenas fui por que não existe mais esperança.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Certas pessoas

Os sabios falam sobre idéias
As pessoas comum falam sobre coisas
E os medíocres falam sobre pessoas

Reflexão sobre a vida

A maior injustiça sobre a vida é a forma como ela acaba. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?



Charles Chaplin

História sem fim


"Não era um ponto final Mas pararam de se tocar. Ele impôs uma barreira, estabeleceu seus limites Neles não entravam mais os beijos e afagos. Ela sofreu, chorou e não entendeu. Mas ainda não era um ponto final."

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pensando em vc!


E de repente me pego assim, sei lá,
talvez somente pensando em você.
Por que você em minha mente é tudo.

O cego e o Publicitário.

Este texto anônimo, eu encontrei em um site e resolvi postar aqui.



Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris,
com um boné aos seus pés e um pedaço de madeira que,
escrito com giz branco, dizia: " Por favor, ajude-me,
sou cego ".Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele,
parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença,
pegou o pedaço de madeira, virou-o e escreveu uma nova mensagem.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário novamente por ali...
agora o boné do cego estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e o perfume e lhe perguntou se havia
sido ele quem reescrevera seu cartaz, sobretudo querendo saber o que
havia escrito.O publicitário respondeu: " Nada que não esteja de acordo com seu anúncio,
mas, com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho.No cartaz dizia:
"Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la."

O jornaleiro.


É o que não sabe das noticias.

O mais sábio sabia disso!


Nenhum homem é uma ilha.